Quebrou a cara quem esperava um jogo difícil entre Brasil e Portugal. Mesmo estando em desvantagem logo aos 4 minutos, quando Danny abriu o placar a favor da seleção portuguesa, a equipe de Dunga se recuperou e goleou seu adversário por 6 a 2. Um resultado pouco imaginável antes da bola rolar, mas compreensível com o que aconteceu nos 90 minutos: a Seleção mostrou um bom futebol, aproveitou os espaços e as falhas da defesa de Portugal (que foram muitas, diga-se de passagem) e simplesmente massacrou o adversário. Se antes pensava que o grande problema de Portugal era achar um homem de frente, parece que há outros a serem sanados: sem Ricardo Carvalho, a zaga da equipe de Carlos Queiroz não é das melhores.
Quebrou a cara quem pensava que o melhor do jogo seria Kaká ou Cristiano Ronaldo. O tão esperado duelo foi ofuscado pela apagada partida do português, que fez umas poucas boas jogadas no primeiro tempo e sumiu no segundo, assim como seus companheiros, e pelas excelentes exibições de Robinho e Luis Fabiano pelo lado brasileiro. Não que o ainda melhor do mundo tenha feito uma má partida, mas também não teve uma atuação tão boa quanto a de seus companheiros de ataque. O jogador do Manchester City, rápido e atrevido, infernizou a defesa adversária, enquanto o atacante do Sevilla simplesmente foi o dono da partida: marcou três vezes e provou que merece ser o atacante da Seleção. Apesar de achá-lo um excelente atacante, nunca o achei um fora de série, assim como Romário era, Ronaldo é, e Adriano pode ser se quiser; porém, vem mais do que dando conta do recado no papel de matador da equipe brasileira.
Com a boa atuação da Seleção, quebrou a cara quem esperava que a atuação do Brasil neste jogo seria o estopim para a saída de Dunga. Além de sua equipe jogar bem, sua aposta em Anderson se mostrou acertada, já que o ex-Grêmio foi uma boa opção na saída da Seleção para o jogo. E jogadores contestados, como Kléber e Gilberto Silva, não comprometeram, embora não tenham feito grandes partidas. Elano jogou muito bem e mostrou que é sim uma boa opção ao time. E se alguém queria a saída de Maicon da equipe titular, quebrou a cara também: o lateral direito da Internazionale aproveitou a má atuação de Paulo Ferreira e deitou e rolou pela direita, marcando até um gol e pasmem, acertando cruzamentos. Mas a atuação ainda não tirou da minha cabeça que Rafinha é uma melhor opção para a posição.
Enfim, quebrou a cara quem esperava que a Seleção acabasse o ano de maneira melancólica. A equipe fez uma boa atuação e mostrou que pode jogar bem contra equipes que jogam mais abertas. Mas isso não apaga o ano irregular que a equipe de Dunga teve. Apresentações ruins em casa pelas Eliminatórias (3 jogos sem marcar 1 gol sequer) e uma campanha ruim nas Olimpíadas, marcada por vitórias apertadas e uma derrota vergonhosa para Argentina, não podem ser facilmente esquecidas. O saldo não foi positivo.
Quebrou a cara quem pensava que o melhor do jogo seria Kaká ou Cristiano Ronaldo. O tão esperado duelo foi ofuscado pela apagada partida do português, que fez umas poucas boas jogadas no primeiro tempo e sumiu no segundo, assim como seus companheiros, e pelas excelentes exibições de Robinho e Luis Fabiano pelo lado brasileiro. Não que o ainda melhor do mundo tenha feito uma má partida, mas também não teve uma atuação tão boa quanto a de seus companheiros de ataque. O jogador do Manchester City, rápido e atrevido, infernizou a defesa adversária, enquanto o atacante do Sevilla simplesmente foi o dono da partida: marcou três vezes e provou que merece ser o atacante da Seleção. Apesar de achá-lo um excelente atacante, nunca o achei um fora de série, assim como Romário era, Ronaldo é, e Adriano pode ser se quiser; porém, vem mais do que dando conta do recado no papel de matador da equipe brasileira.
Com a boa atuação da Seleção, quebrou a cara quem esperava que a atuação do Brasil neste jogo seria o estopim para a saída de Dunga. Além de sua equipe jogar bem, sua aposta em Anderson se mostrou acertada, já que o ex-Grêmio foi uma boa opção na saída da Seleção para o jogo. E jogadores contestados, como Kléber e Gilberto Silva, não comprometeram, embora não tenham feito grandes partidas. Elano jogou muito bem e mostrou que é sim uma boa opção ao time. E se alguém queria a saída de Maicon da equipe titular, quebrou a cara também: o lateral direito da Internazionale aproveitou a má atuação de Paulo Ferreira e deitou e rolou pela direita, marcando até um gol e pasmem, acertando cruzamentos. Mas a atuação ainda não tirou da minha cabeça que Rafinha é uma melhor opção para a posição.
Enfim, quebrou a cara quem esperava que a Seleção acabasse o ano de maneira melancólica. A equipe fez uma boa atuação e mostrou que pode jogar bem contra equipes que jogam mais abertas. Mas isso não apaga o ano irregular que a equipe de Dunga teve. Apresentações ruins em casa pelas Eliminatórias (3 jogos sem marcar 1 gol sequer) e uma campanha ruim nas Olimpíadas, marcada por vitórias apertadas e uma derrota vergonhosa para Argentina, não podem ser facilmente esquecidas. O saldo não foi positivo.
Foto: www.cbf.com.br





