Em um jogo abaixo das expectativas em relação aos últimos jogos entre os 2 times, o Flamengo venceu o Botafogo pelo simples placar de 1 x 0 e agora possui a vantagem de jogar pelo empate no segundo jogo. A vontade só não é mais confortável porque uma simples vitória do time alvinegro leva o jogo para os pênaltis.
O primeiro tempo foi marcado pelas pouquíssimas oportunidades de gols de ambos os times e pelas inúmeras faltas marcadas pelo juiz para ambos os lados. Eram tantas faltas que Cuca foi obrigado a fazer sua primeira substituição aos 20 minutos da primeira etapa, quando percebeu que Túlio Souza estava prestes a ser expulso, pois já tinha levado cartão amarelo e uma bronca do árbitro; o zagueiro Eduardo o substituiu, e o mesmo seria protagonista de dois lances chaves da partida.
Os principais lances de perigo foram do time do Flamengo. No primeiro, Ibson cruzou da direita para Souza, que ajeitou de cabeça para Leo Moura; o lateral direito devolveu para Souza, que chutou para ótima defesa do jovem goleiro Renan. No segundo lance, Kleberson, em uma de suas poucas boas participações na partida, levou muito perigo através de chute de longa distância. No terceiro lance, que talvez foi o melhor do Flamengo no primeiro tempo, Marcinho puxou um contra ataque pela ala direita, entrou na grande área e chutou; a bola foi espalmada por Renan, mas Souza não estava muito bem posicionado e a bola logo foi afastada por um dos zagueiro do Botafogo. Quanto ao time alvinegro, esse levou maior perigo em cobranças de falta, mas todas resultaram em impedimentos e defesas tranqüilas do goleiro Bruno.
O segundo tempo começou com fortes emoções; logo no primeiro minuto, Marcinho (que agora dividia a criação de jogadas com Tardelli) cruzou para Souza, que conseguiu alcançar a bola, mas Renan acabou fazendo a defesa. O Fla, que vinha levemente melhor na partida (com destaque para Toró, jogando com a habitual raça e acertando ótimos lançamentos), começou a ceder terreno ao Botafogo, que começava a apoiar cada vez mais; o time alvinegro levou grande perigo aos 15 minutos: após cobrança de falta de Lúcio Flávio, a zaga rubro-negra parou e Fábio cabeceou para fora; mas se tivesse pego melhor na bola, certamente seria gol. Importante lembrar que ambas as torcidas nesse momento davam um show nas arquibancadas (embora a torcida do Fla estivesse em maior número; muitos espaços vazios na torcida do Botafogo). Nesse momento, o Fla começava a errar muito no ataque; Tardelli estava disperso, Ibson não vinha bem, assim como Juan, e Marcinho começava a errar a maioria das jogadas.
E em 6 minutos, Eduardo foi o protagonista de 2 lances essenciais. Aos 28 minutos, o zagueiro deu um drible lindo em Cristian (que fez ótima partida, tendo seu único erro nesse momento) e mandou uma bomba no travessão. Aos 34 minutos, tentou fazer o mesmo em cima de Leo Moura, mas foi facilmente desarmado; o lateral direito iniciou um contra ataque, tocando para Diego Tardelli, que estava livre na direita; sem ser muito incomodado, deu ótimo passe para Obina (que havia acabado de entrar no lugar de Ibson), que só teve o trabalho de tocar para o gol vazio e levar a torcida do Flamengo ao delírio.
Depois disso, o time da Gávea tentou amarrar o jogo, com Joel colocando Jailton no lugar de Souza. E enquanto o Botafogo levou perigo pela última vez aos 43 minutos, numa cobrança de falta de Lúcio Flávio que foi desviada para escanteio, o Fla perdeu ótima chance minutos depois, quando Tardelli desperdiçou um excelente contra ataque ao tentar um drible facilmente desarmado. E agora o Flamengo vai se desgastar no jogo contra o América do México, enquanto o Botafogo terá a semana inteira para treinar; nada está decidido ainda, e teremos um ótimo jogo domingo que vem.
O primeiro tempo foi marcado pelas pouquíssimas oportunidades de gols de ambos os times e pelas inúmeras faltas marcadas pelo juiz para ambos os lados. Eram tantas faltas que Cuca foi obrigado a fazer sua primeira substituição aos 20 minutos da primeira etapa, quando percebeu que Túlio Souza estava prestes a ser expulso, pois já tinha levado cartão amarelo e uma bronca do árbitro; o zagueiro Eduardo o substituiu, e o mesmo seria protagonista de dois lances chaves da partida.
Os principais lances de perigo foram do time do Flamengo. No primeiro, Ibson cruzou da direita para Souza, que ajeitou de cabeça para Leo Moura; o lateral direito devolveu para Souza, que chutou para ótima defesa do jovem goleiro Renan. No segundo lance, Kleberson, em uma de suas poucas boas participações na partida, levou muito perigo através de chute de longa distância. No terceiro lance, que talvez foi o melhor do Flamengo no primeiro tempo, Marcinho puxou um contra ataque pela ala direita, entrou na grande área e chutou; a bola foi espalmada por Renan, mas Souza não estava muito bem posicionado e a bola logo foi afastada por um dos zagueiro do Botafogo. Quanto ao time alvinegro, esse levou maior perigo em cobranças de falta, mas todas resultaram em impedimentos e defesas tranqüilas do goleiro Bruno.
O segundo tempo começou com fortes emoções; logo no primeiro minuto, Marcinho (que agora dividia a criação de jogadas com Tardelli) cruzou para Souza, que conseguiu alcançar a bola, mas Renan acabou fazendo a defesa. O Fla, que vinha levemente melhor na partida (com destaque para Toró, jogando com a habitual raça e acertando ótimos lançamentos), começou a ceder terreno ao Botafogo, que começava a apoiar cada vez mais; o time alvinegro levou grande perigo aos 15 minutos: após cobrança de falta de Lúcio Flávio, a zaga rubro-negra parou e Fábio cabeceou para fora; mas se tivesse pego melhor na bola, certamente seria gol. Importante lembrar que ambas as torcidas nesse momento davam um show nas arquibancadas (embora a torcida do Fla estivesse em maior número; muitos espaços vazios na torcida do Botafogo). Nesse momento, o Fla começava a errar muito no ataque; Tardelli estava disperso, Ibson não vinha bem, assim como Juan, e Marcinho começava a errar a maioria das jogadas.
E em 6 minutos, Eduardo foi o protagonista de 2 lances essenciais. Aos 28 minutos, o zagueiro deu um drible lindo em Cristian (que fez ótima partida, tendo seu único erro nesse momento) e mandou uma bomba no travessão. Aos 34 minutos, tentou fazer o mesmo em cima de Leo Moura, mas foi facilmente desarmado; o lateral direito iniciou um contra ataque, tocando para Diego Tardelli, que estava livre na direita; sem ser muito incomodado, deu ótimo passe para Obina (que havia acabado de entrar no lugar de Ibson), que só teve o trabalho de tocar para o gol vazio e levar a torcida do Flamengo ao delírio.
Depois disso, o time da Gávea tentou amarrar o jogo, com Joel colocando Jailton no lugar de Souza. E enquanto o Botafogo levou perigo pela última vez aos 43 minutos, numa cobrança de falta de Lúcio Flávio que foi desviada para escanteio, o Fla perdeu ótima chance minutos depois, quando Tardelli desperdiçou um excelente contra ataque ao tentar um drible facilmente desarmado. E agora o Flamengo vai se desgastar no jogo contra o América do México, enquanto o Botafogo terá a semana inteira para treinar; nada está decidido ainda, e teremos um ótimo jogo domingo que vem.



















Lembro que na última vez que comentei sobre a UCL neste blog disse que o Manchester United conseguiu sua vaga após um chocho 1 a 0 contra o Lyon. Ao ver a escalação do time inglês para o jogo de hoje, percebi que veria mais uma atuação burocrática dos "Red Devils": Fergunson surpreendeu ao escalar o sul-coreano Park (que, convenhamos, estava meio encostado em Old Trafford) e deixar Tevez no banco. Desta maneira, o meio campo ficou bem povoado, até porque o time não tinha nenhum atacante fixo: Rooney jogou pelo lado esquerdo, como um apoiador, e Cristiano Ronaldo jogou mais centralizado, mas não fazendo o papel de pivô e sim vindo de trás. A Roma vinha sem surpresas, já que Spaletti não dispõe de um elenco numeroso que o permita inventar muito: preferiu deixar Cicinho no banco, já que o lateral brasileiro ataca muito mais do que defende, e sem o ídolo Totti (machucado), escalou o que tinha de melhor para a posição: o montenegrino Vucinic.